Área de intervenção [actualizada em Setembro de 2021]

A área original de intervenção do projecto foi a representada na carta abaixo a verde mais escuro, dentro da Mata da Altri Florestal, e incluía também o terreno adquirido pela Quercus em 2006 nas Bicas de Aguadalte (7 ha):

Áreas centrais: Altri Florestal e Quinta das Tílias

As áreas a verde mais claro foram incluídas pela Quinta das Tílias a partir de 2012 como áreas de conservação, embora nalgumas delas (Pé torto, Costas do Rio, por exemplo) os trabalhos se tenham iniciado apenas em 2019. Praticamente todas estas áreas eram eucaliptal, que gradualmente e à medida do possível vai sendo reconvertido, pelo que ainda existem áreas com esta cultura (azul). As áreas a verde acastanhado, uma nas Bicas de Aguadalte e outra no Vale de Barrocas foram em 2021 mobilizadas por ripagem para plantação, embora só a de Vale de Barrocas tenha podido ser integralmente plantada. Esta é uma área onde a Quinta poderá fazer algum aproveitamento, pelo que não se considera incluída na área de intervenção do projecto, embora as espécies plantadas sejam autóctones (carvalhos, castanheiros, sobreiros, medronheiros, principalmente). A área da Costa da Malhada, só parcialmente plantada, ficará na área de intervenção do projecto e a sua plantação será concluída na época de 2021/2022. As áreas ribeirinhas da Ribeira do Tojo e do Cambedo (c. de 3 ha) tiveram a sua aquisição garantida (por meio de um empréstimo) a favor da Quercus em 2009/10, mas essa aquisição não chegou a ser formalizada. Está agora aberta a possibilidade de essa aquisição ser realizada a favor da Associação Cabeço Santo.

As áreas a magenta são áreas onde a Quinta das Tílias instalou medronhais para fruto, outra alternativa produtiva para a ocupação de solos florestais.

Áreas a jusante: Quinta das Tílias

As áreas da carta acima são as que mais directamente enquadram as áreas agrícolas da Quinta das Tílias e onde se encontram também as principais manchas de medronhal para fruto instaladas pela Quinta. São áreas onde o projecto e a Associação não promovem intervenções remuneradas embora aí se possa realizar trabalho voluntário, de acordo com o protocolo que está a ser preparado. As áreas de conservação são, como na primeira carta, as representadas a verde claro.

Áreas a montante: Altri Florestal e Quinta das Tílias

Em qualquer das áreas da carta acima o projecto ainda não realizou trabalho. As áreas representadas nas cabeceiras dos Vales nºs 8 e 9 são áreas não exploradas na mata da Altri Florestal mas que na prática, não tendo sido intervencionadas, estão ocupadas por eucaliptos e vegetação invasora. Quase na cabeceira do ribeiro, no Alto da Louriceira, existe uma mancha de vegetação autóctone em bom estado de conservação, em solo marginal.

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