Área de intervenção

A área original de intervenção do projecto foi a representada na carta abaixo a verde mais escuro, dentro da Mata da Altri Florestal, e incluía também o terreno adquirido pela Quercus em 2006 nas Bicas de Aguadalte:

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Área central, incluindo a original (2006-08) na Mata da Altri e no terreno da Quercus

As áreas a verde mais claro foram incluídas a partir de 2012 como áreas de conservação, embora nalgumas delas (Pé torto, Costas do Rio, por exemplo) os trabalhos se tenham iniciado apenas em 2019. As áreas a verde acastanhado, uma nas Bicas de Aguadalte e outra no Vale de Barrocas são áreas para as quais a Quinta das Tílias tem em curso projectos de florestação com espécies autóctones mas com fins produtivos, pelo que não se consideram incluídas na área de intervenção do projecto, ainda que se integrem nele de forma bastante harmoniosa. As áreas a azul escuro são áreas da Quinta das Tílias com eucaliptal ainda em produção mas que num futuro não muito distante estarão também disponíveis para reconversão.

As áreas a magenta são áreas onde a Quinta das Tílias instalou ou tem em processo de instalação medronhais para fruto, outra alternativa produtiva para a ocupação de solos florestais.

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Áreas a jusante da área central, em torno da aldeia de Belazaima do Chão

As áreas da carta acima são as que mais directamente enquadram as áreas agrícolas da Quinta das Tílias e onde se encontram também as principais manchas de medronhal para fruto instaladas pela Quinta. São áreas onde o projecto e a Associação não promovem intervenções remuneradas embora aí se possa realizar trabalho voluntário, de acordo com o protocolo que está a ser preparado.

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Áreas a montante da área central, de Belazaima-a-Velha à cabeceira do Ribeiro de Belazaima

Em qualquer das áreas da carta acima o projecto ainda não realizou trabalho. As áreas representadas nas cabeceiras dos Vales nºs 8 e 9 são áreas não exploradas na mata da Altri Florestal mas que na prática, não tendo sido intervencionadas, estão ocupadas por eucaliptos e vegetação invasora. Quase na cabeceira do ribeiro, no Alto da Louriceira, existe uma mancha de vegetação autóctone em bom estado de conservação, em solo marginal.