O fantástico mundo das decompositoras

Não pretendemos, nem podemos, escrever uma página cientificamente fundamentada sobre decompositores: fungos e cogumelos. Limitamo-nos a observá-los e admirá-los, na extrema diversidade das suas formas, cores e texturas. Poucos conseguiremos identificar pelo nome. Muitos estão associados às toiças de eucalipto em decomposição que nas antigas áreas de eucaliptal onde o projecto se desenvolve existem em abundância. Sem excluir uma discussão mais esclarecida, necessariamente conduzida por quem saiba do assunto, aqui ficam contudo algumas imagens, que foram sendo conseguidas ao longo dos anos na zona do Cabeço Santo, e que, se mais não for, valem pela fascinação por uma classe de seres vivos tão diversificada e tão importante no ciclo da vida.

Fungo em toiça de eucalipto
Fungos em ramo fino, de espécie não identificada
Junto a toiça de eucalipto, com aparência comestível!
Num monte de ramada triturada de mimosa
Enterrado no solo, uma bola quase perfeita
Em toiça de eucalipto, de cor e forma invulgar
Revestindo uma toiça de eucalipto
Num tronco de pinheiro depositado no solo há muito tempo numa encosta sombria
Também num tronco de pinheiro
Quanto ao Phallus impudicus, esse conseguimos tratá-lo pelo nome!
Numa toiça de eucalipto, numa encosta sombria
No solo, em área dominada por carvalhos
Em toiça de eucalipto, encosta íngreme voltada a norte
Fantástico micro-jardim de musgos e decompositoras
Em toiça de eucalipto, zona sombria
Em toiça de eucalipto
Em toiça de eucalipto destroçada
Em toiça de eucalipto inteira
Em toiça de eucalipto
No solo
No solo do carvalhal
No solo do carvalhal
Em toiça de eucalipto
Num talude sombrio
Em solo de folhosas
Em antigo eucaliptal em regeneração
Junto a uma toiça em decomposição
Junto a uma toiça de eucalipto em decomposição
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