Última Jornada de Verão

Tivemos no dia 15 de Setembro a última jornada do Verão de 2018, com temperaturas ainda elevadas, o que contudo não desanimou os 10 voluntários que nela participaram.

Pela manhã os trabalhos foram de controlo de invasoras, as mimosas que ainda persistem na confluência dos vales nºs 3 a 5 na zona ribeirinha da Mata da Altri.  A área trabalhada foi a atingida pelo incêndio de Abril de 2017. Seleccionaram-se rebentos das toiças de mimosa queimadas e arrancaram-se as de origem seminal. Onde se considerou apropriado, também se descascou.

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Voluntário com indumentária a preceito, rodeado por mimosas
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Já se constata o resultado de trabalhos anteriores

Houve mesmo quem ousasse enfrentar as silvas e outras plantas picantes para cumprir o “dever” de abordar algumas mimosas que entre as primeiras se “resguardaram” das intervenções voluntárias. Não contaram é com a determinação dos participantes deste dia!

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Silvas e salsaparrilha no caminho para alcançar as mimosas, um trabalho de grande exigência

Claro, não faltaram as famosas laranjas e a água, para ajudar a recuperar energias.

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Um olhar sobre a encosta

A intervenção decorreu a bom ritmo, avançando-se para jusante do vale nº 3, para a estreita e muito declivosa faixa ribeirinha da mata. Apesar de já se ter passado por aqui não há muito tempo, constatou-se a presença de mimosas de origem seminal, a precisarem de ser arrancadas. Com bons níveis de espírito aventureiro e trabalho de equipa, o difícil trabalho foi realizado.

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Boa disposição (PV)
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Houve tempo para trabalhar e para uma pausa sob a copa dos carvalhos ribeirinhos (MF)

Entretanto, e como se já não bastasse a equipa coordenadora estar reduzida a um elemento, este teve ainda de tratar do almoço, que contou além disso com várias parcelas de generosidade: o tomate da D. Teresa do Feridouro, os figos do Jorge Morais, e tremoços, framboesas, ameixas e até Pão de Ló, trazidos pelos voluntários. Naturalmente, um agradecimento a todos.

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Perspectiva da mesa ao almoço (MF)

Como o almoço se serviu na base da Quinta das Tílias, à tarde realizou-se trabalho não longe daí, arrancando eucaliptos na zona do Vale da Várzea. Claro, cumpriu-se a sesta, com um pequeno período de descanso junto ao ribeiro.

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Passagem pela Quinta das Tilias (PV)

Os trabalhos desenrolaram-se na encosta de baixo para cima, procurando não deixar eucaliptos de origem seminal. Quanto aos rebentos ainda presentes, ficarão para mais tarde.

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Desenrolar dos trabalhos junto ao caminho
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Trabalhos a decorrer na encosta (MF)
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Voluntária em acção
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Panorâmica de uma floresta em mudança e as terras agrícolas de Belazaima ao fundo. (PV)

Os eucaliptos não eram difíceis de arrancar, mas as energias foram-se esgotando, depois de uma manhã e de uma tarde em terreno inclinado.

O dia deu-se por concluído com o regresso à base da Quinta para o merecido e habitual lanche.

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Foto de grupo

Agradecimentos pelas fotos à Margarida Fonseca e ao Paulo Vinagre, com uma colecção mais completa no Facebook.

A próxima jornada será já a primeira do Outono, no dia 29 de Setembro. Inscrevam-se!

Até lá!

Jorge Morais e Paulo Domingues

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