Outras áreas na mata da Altri

Para além das áreas de solo marginal antes escassamente ou de todo não exploradas, nas cabeceiras dos vales nºs 2, 3, 4, 5, em parte do 6 e em parte do 7, bem como em algumas áreas do corredor ecológico ribeirinho, foram incluídas na área de intervenção do projecto algumas áreas de solo não marginal. Estas encontram-se sobretudo ao longo dos corredores ecológicos dos principais vales e também no corredor ribeirinho. [Note-se contudo que a distinção “marginal”/”não marginal” é, naturalmente, simplificada. Na prática há muitas variantes, bolsas de solo em afloramentos rochosos, áreas de solo mais profundo onde pontualmente se erguem afloramentos rochosos, rocha fissurada, onde mesmo com pouco solo, as raízes das árvores conseguem penetrar… a realidade é sempre mais complexa do que qualquer modelo].

Neste momento os principais problemas nas áreas da mata da Altri Florestal não decorrem da falta de plantas (que foram instaladas nos primeiros anos de intervenção), mas da presença das espécies invasoras e eucaliptos, cujo acompanhamento não se conseguiu fazer com a necessária eficácia. Como o projecto sem tem concentrado nos últimos anos nas áreas mais recentes, tem dado menos atenção às mais antigas. Ainda assim, fez-se no último ano algum acompanhamento, sobretudo das áreas ardidas no incêndio de 2017, arrancando mimosas e seleccionando rebentos (de mimosa para posterior descasque ou corte com aplicação de herbicida). Uma equipa profissional, financiada pela Altri, fez corte de mimosas na zona ribeirinha de confluência dos vales nºs 3, 4 e 5.